segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Pessoas que trabalham para ajudar os outros

Hoje eu tiro meu chapéu e rendo as minhas homenagens aos profissionais e voluntários, que dedicam tempo e conhecimento, para ajudar pessoas que precisam. Estou falando do instituto Jundiaiense Luiz Braille que muito tem ajudado pessoas com deficiência visual, seja ela total ou parcial temporária ou definitiva. É simplesmente maravilhoso quando encontramos pessoas que doam parte de seus conhecimentos ou mesmo tempo para ajudar á outras pessoas.
O instituto Jundiaiense Luiz Braille foi fundado em 1941 por Mario Chaves e desde então somente benefícios tem trazido as pessoas que precisam de uma cirurgia nos olhos ou de uma consulta oftalmológica e sem custo pra os pacientes.
 Hoje o instituto, atende as cidades de Louveira Cajamar, Cabreuva, Itatiba, Franco da Rocha, Francisco Morato,
Campo Limpo e Várzea paulista alem de Jundiaí é claro.
 Gostaria aqui de citar os nomes de todas as pessoas que ali trabalham, mas correria serio risco de esquecer alguém, então deixo aqui um abraço e o mais sincero muito obrigado aos meus amigos a Vania a Francisca e todos vocês sintam-se abraçado pelo amigo Milton Maravilha.
 Obrigado amigos em nome de todos os que assim como eu, precisaram e foram atendidos por vocês.
De coração muito obrigado e que Deus lhes pague.
 Milton maravilha
Radialista e jornalista
Caso você queira se tornar um voluntario obtenha informações pelo tel./fax: 45217942 ou pessoalmente na av. Sebastião Mendes silva 539 Ahangabau em Jundiaí vamos conhecer um pouco mais de Luis Braille.


Louis Braille
Nome completo
Louis Braille
Nascimento
Morte
Conhecido (a) por
Criador do sistema de leitura para cegos Braille
Louis Braille (Coupvray, quatro de Janeiro de 1809  Paris, seis de Janeiro de 1852) foi o criador do sistema de leitura para cegos que recebeu seu nome, Braille.

Biografia

Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, na França, a cerca de 40 quilômetros de Paris. O seu pai, Simon-René Braille, era um fabricante de arreios e selas. Aos três anos, provavelmente ao brincar na oficina do pai, Louis feriu-se no olho esquerdo com uma ferramenta pontiaguda, possivelmente uma sovela. A infecção que se seguiu ao ferimento alastrou-se ao olho direito, provocando a cegueira total.
Na tentativa de que Louis tivesse uma vida o mais normal possível, os pais e o padre da paróquia, Jacques Pallury, matricularam-no na escola local. Louis tinha enorme facilidade em aprender o que ouvia e em determinados anos foi selecionado como líder da turma. Com 10 anos de idade, Louis ganhou uma bolsa doInstitut Royal dês Jeunes Aveugles de Paris (Instituto Real de Jovens Cegos de Paris).
O fundador do instituto, Valentin Haüy, foi um dos primeiros a criar um programa para ensinar os cegos a ler. As primeiras experiências de Haüy envolviam a gravação em alto-relevo de letras grandes, em papel grosso. Embora rudimentares, esses esforços lançaram a base para desenvolvimentos posteriores. Apesar de as crianças aprenderem a ler com este sistema, não podiam escrever porque a impressão era feita com letras costuradas no papel.
Louis aprendeu a ler as grandes letras em alto-relevo nos livros da pequena biblioteca de Haüy. Mas também se apercebia que aquele método, além de lento, não era prático. Na ocasião, ele escreveu no seu diário:
"Se os meus olhos não me deixam obter informações sobre homens e eventos, sobre ideias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma."
Em 1821, quando Louis Braille tinha somente 12 anos, Charles Barbier, capitão reformado da artilharia francesa, visitou o instituto onde apresentou um sistema de comunicação chamado de escrita noturna, 
Também conhecido por Serre e que mais tarde veio a ser chamado de sono grafia. Tratava-se de um método de comunicação táctil que usava pontos em relevo dispostos num retângulo com seis pontos de altura por dois de largura e que tinha aplicações práticas no campo de batalha, quando era necessário ler mensagens sem usar a luz que poderia revelar posições. Assim, era possível trocar ordens e informações de forma silenciosa. Usava-se uma sovela para marcar pontinhos em relevo em papelão, que então podiam ser sentidos no escuro pelos soldados. A escrita noturna baseava-se numa tabela de trinta e seis quadrados, cada quadrado representando um som básico da linguagem humana. Duas fileiras com até seis pontos cada uma eram gravadas em relevo no papel. O número de pontos na primeira fileira indicava em que linha horizontal da tabela de sons vocálicos se encontrava o som desejado, e o número de pontos na segunda fileira designava o som correto naquela linha. Esta idéia de usar um código para representar palavras em forma fonética foi introduzida no Instituto. Louis Braille dedicou-se de forma entusiástica ao método e passou a efetuar algumas melhorias.
Assim, nos dois anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código. Por fim desenvolveu um método eficiente e elegante que se baseava numa célula de apenas três pontos de altura por dois de largura. O sistema apresentado por Barbier era baseado em 12 pontos, ao passo que o sistema desenvolvido por Braille é mais simples, com apenas seis pontos. Braille, em seguida, melhorou o seu próprio sistema, incluindo a notação numérica e musical. Em 1824, com apenas 15 anos, Louis Braille terminou o seu sistema de células com seis pontos. Pouco depois, ele mesmo começou a ensinar no instituto e, em 1829, publicou o seu método exclusivo de comunicação que hoje tem o seu nome. Êxito algumas pequenas melhorias, o sistema permanece basicamente o mesmo até hoje.
Apesar de tudo, levou tempo até essa inovação ser aceita. As pessoas com visão não entendiam quão útil o sistema inventado por Braille podia ser, e um dos professores principais da escola chegou a proibir seu uso pelas crianças. Felizmente, tal decisão teve efeito contrário ao desejado, encorajando as crianças a usar o método e a aprendê-lo em segredo. Com o tempo, mesmo as pessoas com visão acabaram por perceber os benefícios do novo sistema. No instituto, o novo código só foi adotado oficialmente em 1854, dois anos após a morte de Braille, provocada pela tuberculose em seis de Janeiro de 1852, com apenas 43 anos.
Na França, a invenção de Louis Braille foi finalmente reconhecida pelo Estado. Em 1952, seu corpo foi transferido para Paris, onde repousa no Panthéon.

Nenhum comentário:

Postar um comentário